REPOSITORIO PUCSP Teses e Dissertações dos Programas de Pós-Graduação da PUC-SP Programa de Pós-Graduação em Educação nas Profissões da Saúde
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dc.creatorRodrigues, Mariana Cordero Juve-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1931597119061940pt_BR
dc.contributor.advisor1Rodrigues, Cibele Isaac Saad-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7498326697611689pt_BR
dc.date.accessioned2022-02-22T12:55:51Z-
dc.date.available2022-02-22T12:55:51Z-
dc.date.issued2021-08-30-
dc.identifier.citationRodrigues, Mariana Cordero Juve. Atitude dos médicos ortopedistas brasileiros frente à Quiropraxia. 2021. Dissertação (Mestrado em Educação nas Profissões da Saúde) - Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação nas Profissões da Saúde da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Sorocaba, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/24598-
dc.description.resumoEmbora a Quiropraxia esteja em amplo desenvolvimento no Brasil e no mundo, ainda sofre grandes dificuldades de solidificação, situação que se repete historicamente em toda sua trajetória. A vivência do quiropraxista com os ortopedistas demonstra que, mesmo atendendo ao mesmo público, não se observa uma interface interdisciplinar e existe a impressão de contestação e negação à esta prática. Assim, o objetivo principal desta pesquisa foi analisar as atitudes de médicos ortopedistas brasileiros frente à Quiropraxia, além de traduzir, adaptar e aplicar o instrumento desenvolvido e validado pelo pesquisador J W Busse e colaboradores. Trata-se de estudo transversal, observacional, descritivo, de abordagem quantitativa. Com o apoio da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia foi direcionado o questionário eletrônico a seus associados, durante o período de 27 de novembro de 2020 até 27 de março de 2021, após aprovação ética. Responderam 461 médicos ortopedistas que atuam nos 26 estados brasileiros, cerca de 70% do sexo masculino, com 46,5 anos em mediana, atuantes principalmente na região Sudeste, há mais de 20 anos (51,4%) e 304 respondentes atuam com Ortopedia adulta e pediátrica, sendo a grande maioria com atuação em clínica privada (44,3%). A grande maioria (94,65%) dos respondentes conheciam a Quiropraxia, sendo mais da metade através do feedback de seus pacientes e um percentual similar entre os que tiveram experiência própria e estudaram sobre o tema. Aqueles que obtiveram informações sobre a Quiropraxia através das mídias, demonstraram uma visão relativamente mais negativa sobre a área e os ortopedistas que vivenciaram uma experiência própria são mais favoráveis. O modelo ajustado revelou que médicos da atenção comunitária apresentaram chance próxima a 7 vezes maior de ser favorável à Quiropraxia em comparação com aqueles que atuam em clínicas privadas. Quanto a fonte de informação, os ortopedistas que tiveram algum tipo de experiência pessoal também apresentaram chance quase 4 vezes maior de ter visão favorável em relação àqueles que não relataram experiência pessoal. A aplicação do questionário traduzido aos ortopedistas brasileiros, na amostra analisada, demonstrou que eles apresentam resistência a esta prática profissional na área da saúde, encaminhando poucos pacientes e compreendendo-a como risco à sua responsabilidade ética profissional. Entendem que os quiropraxistas empregam um marketing muito agressivo e, aqueles que conheceram a Quiropraxia pelas mídias, têm uma visão mais negativa. Uma visão mais positiva foi significantemente maior nos que atendem população adulta em relação a pediátrica e naqueles que militam no SUS. A expansão das práticas integrativas e complementares, como é o caso da Quiropraxia, perpassa pela mudança de percepção e de atitude de profissionais médicos, como os da especialidade de Ortopediapt_BR
dc.description.abstractAlthough chiropractic care is in wide development in Brazil and in the world, it still suffers great difficulties of solidification, a situation that has been repeated historically throughout its trajectory. The chiropractor experience with orthopedists demonstrates that, even assisting the same public, there is no interdisciplinary interface and there is even an impression of contestation and denial to this practice. Thus, the main objective of this research was to analyze the attitudes of Brazilian orthopedic doctors towards chiropractic, in addition to translating, adapting, and applying the instrument developed and validated by the researcher JW Busse and collaborators. This is a cross-sectional, observational, descriptive study with a quantitative approach. With the support of the Brazilian Society of Orthopedics and Traumatology, the electronic questionnaire was sent to its members, during the period from November 27, 2020, to March 27, 2021, after ethical approval. A total of 461 orthopedic doctors working in 26 Brazilian states responded, about 70% male, with a median of 46.5 yo, working mainly in the Southeast region for more than 20 years (51.4%) and 304 respondents working with orthopedics adult and pediatric, with the vast majority working in private clinics (44.3%). The vast majority (94.6%) of respondents knew about chiropractic, more than half of them through feedback from their patients and a similar percentage among those who had their own experience and studied about the subject. Those who obtained information about chiropractic through the media showed a relatively more negative view of the area and orthopedists who had their own experience are more favorable. The adjusted model revealed that community care physicians were nearly 7 times more likely to be in favor of chiropractic care compared to those working in private clinics. As for the source of information, those orthopedists who had personal experience with chiropractic were also almost 4 times more likely to have a favorable view compared to those who did not report personal experience. The application of the translated questionnaire to Brazilian orthopedists in the analyzed sample showed that they are resistant to this professional practice in the health area, referring few patients and understanding it as a risk to their professional ethical responsibility. They understand that chiropractors employ a very aggressive marketing and those who learned about chiropractic through the media have a more negative view. A more positive view was significantly higher in those who serve the adult population in relation to the pediatric population and in those who work in the SUS. The expansion of integrative and complementary practices, as in the case of chiropractic care, involves changes in the perception and attitudes of medical professionals, such as those in the specialty of Orthopedicsen_US
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de São Paulopt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Ciências Médicas e da Saúdept_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsPUC-SPpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Estudos Pós-Graduados em Educação nas Profissões da Saúdept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectOrtopediapt_BR
dc.subjectQuiropráticapt_BR
dc.subjectPessoal da área médica - Atitudespt_BR
dc.subjectOrthopedicsen_US
dc.subjectChiropraticen_US
dc.subjectMedical personnel - Attitudesen_US
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.titleAtitude dos médicos ortopedistas brasileiros frente à Quiropraxiapt_BR
dc.title.alternativeOrthopedists’ attitudes towards quiropraticen_US
dc.typeDissertaçãopt_BR
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