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dc.creatorEstevão, Adriana-
dc.contributor.advisor1Passetti, Edson-
dc.date.accessioned2016-04-26T14:54:35Z-
dc.date.available2005-11-11-
dc.date.issued2005-11-11-
dc.identifier.citationEstevão, Adriana. A política no corpo: mulheres fisiculturistas, corpos hiperbólicos.. 2005. 280 f. Tese (Doutorado em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2005.por
dc.identifier.urihttps://tede2.pucsp.br/handle/handle/3526-
dc.description.resumoO uso agudo de técnicas corporais como caminho possível para aquisição de beleza, força física e saúde, delineados pelo gosto estético, conceitual e posicional do fisiculturismo, tem sido o eixo de vida para muitas pessoas. A percepção do enredamento dessas singularidades motivou-me torná-las a problemática central desta tese. Mulheres fisiculturistas estampam, em si mesmas, silhuetas, milimetricamente esculpidas por exercícios extenuantes, adornadas por indumentárias e maquiagens convencionais e, esquadrinhadas pelos padrões da moda vigente. Busquei apreender um momento de visibilidade dessas estratégias, que constituem a prática em questão, sugerindo-a como possibilidade de completude às aspirações das participantes, por elas cooptadas. Uma breve síntese histórica é tecida, desde um olhar sobre os gestuais livres até as pedagogias do corpo reguladas pela disciplina. O desejo de exposição dos corpos hiperbólicos no palco, em espetáculos competitivos, enuncia os significados desses acontecimentos na vida das fisiculturistas. As múltiplas economias de investimento na indústria para a estética do corpo reforçam a emersão social de tal ideário no presente. As entrevistas realizadas permitiram suscitar particularidades das histórias de vida das bodybuilders, acompanhando a observação etnográfica e possibilitando registros detalhados das academias de musculação, em sua ambiência espacial e, rituais endógenos coletivos e individuais, incluindo venda e uso de produtos e suplementos farmacológicos e alimentícios voltados à modelagem estética. Entre tantas tecnologias políticas contemporâneas a investirem no corpo, o fisiculturismo demarca mais um itinerário traçado para o pertencimento a grupos demarcados: o fisiculturista exige de si, um outro. O corpo hiperbólico configura-se como excesso de si, como próprio duplo, transfigurando-se como desdobramento induzido artificialmentepor
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2016-04-26T14:54:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 AdrianaEstevaoPDF.pdf: 1347714 bytes, checksum: b5404b4888d93b3931d12ff5cb1ee8b8 (MD5) Previous issue date: 2005-11-11eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior-
dc.formatapplication/pdfpor
dc.thumbnail.urlhttp://tede2.pucsp.br/tede/retrieve/11953/AdrianaEstevaoPDF.pdf.jpg*
dc.languageporpor
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de São Paulopor
dc.publisher.departmentCiências Sociaispor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsPUC-SPpor
dc.publisher.programPrograma de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociaispor
dc.rightsAcesso Restritopor
dc.subjectCorpopor
dc.subjectfisiculturismopor
dc.subjectmulheres fisiculturistaspor
dc.subjectdisciplinamentopor
dc.subjectassujeitamentopor
dc.subjectcorpos hiperbólicospor
dc.subjectFisiculturismopor
dc.subjectMulheres fisiculturistaspor
dc.subjectCorpo humanopor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpor
dc.titleA política no corpo: mulheres fisiculturistas, corpos hiperbólicos.por
dc.typeTesepor
Appears in Collections:Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais

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