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https://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/37922Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Santos, Marina Ribeiro | |
| dc.contributor.advisor1 | Souza, Carlos Eduardo Siqueira Ferreira de | |
| dc.date.accessioned | 2023-08-29T13:17:05Z | - |
| dc.date.available | 2023-08-29T13:17:05Z | - |
| dc.date.issued | 2014-03-11 | |
| dc.identifier.citation | Santos, Marina Ribeiro. O fantástico e o limiar entre ficção e realidade na obra quantas madrugadas tem a noite. 2014. Monografia de Especialização (Especialização em Literatura) - Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2014. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/37922 | - |
| dc.description.resumo | Este trabalho monográfico analisa a presença do fantástico no romance Quantas madrugadas tem a noite, de Ondjaki, a partir da perspectiva da literatura fantástica, da literatura pós-colonial e da oposição entre ficção e realidade. O autor do corpus de análise nasceu em 1977 e hoje reside no Brasil. É uma das mais importantes vozes da literatura angolana da contemporaneidade. Destaca-se na escrita não só de romances, mas também de contos, poemas, obras infanto-juvenis, além das artes plásticas e do cinema. O objetivo da pesquisa é compreender como a dimensão fantástica encontrada no romance Quantas Madrugadas tem a Noite relaciona-se com a natureza pós-colonial da obra desse autor, considerando a narrativa ficcional como fuga da opressão e da precariedade da realidade. Para fundamentar teoricamente a pesquisa, foram estudadas as definições do fantástico por Tzvetan Todorov (2011; 2012), as questões propostas por Umberto Eco (2012) e Mario Vargas Llosa (2007), no que concerne às relações entre o mundo real e o ficcional, e as considerações de Inocência Mata (2003) e Antonio Bonnici (2009) sobre as sociedades colonizadas. Em seguida, foram levantadas possíveis chaves de leitura para a obra de Ondjaki: o texto pode ser lido pelo viés do fantástico-estranho ou do fantástico-maravilhoso; pode ser compreendido como uma analogia; ou como o fantástico singular que se manifesta na obra de Franz Kafka. Todas essas possibilidades demostram a riqueza de Quantas Madrugadas tem a Noite e a complexidade dos temas que esse romance aborda. Em uma realidade que surpreende por sua precariedade e dureza, a narrativa ondjakiana vem demonstrar que os limites entre a ficção e a realidade hoje são ainda mais difíceis de se divisar | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Pontifícia Universidade Católica de São Paulo | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.initials | PUC-SP | pt_BR |
| dc.publisher.program | Especialização em Literatura | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Restrito | pt_BR |
| dc.subject | Ondjaki | pt_BR |
| dc.subject | Literatura fantástica | pt_BR |
| dc.subject | Literatura pós-colonial | pt_BR |
| dc.subject | Angola | pt_BR |
| dc.subject | Literatura angolana | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA COMPARADA | pt_BR |
| dc.title | O fantástico e o limiar entre ficção e realidade na obra quantas madrugadas tem a noite | pt_BR |
| dc.type | Monografia de Especialização | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Monografias Lato Sensu (em Processamento) | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| MARINA RIBEIRO SANTOS.pdf Restricted Access | 363,11 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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