REPOSITORIO PUCSP Teses e Dissertações dos Programas de Pós-Graduação da PUC-SP Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica
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dc.creatorFreire, Bruno Farias de Mello-
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4488722T4por
dc.contributor.advisor1Katz, Helena-
dc.date.accessioned2016-04-26T18:12:33Z-
dc.date.available2013-01-11-
dc.date.issued2012-11-22-
dc.identifier.citationFreire, Bruno Farias de Mello. O que o artista faz com o que a televisão faz com a arte? 2012. 168 f. Dissertação (Mestrado em Comunicação e Semiótica) - Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2012.por
dc.identifier.urihttps://tede2.pucsp.br/handle/handle/4472-
dc.description.resumoNa era da comunicação móvel, a televisão está se adaptando. Telespectadores assistem tevê no trânsito, em aparelhos portáteis. As novas tecnologias diversificam a comunicação, propiciando práticas mais livres e democráticas. No entanto, os mais influentes formadores de opinião ainda se concentram nas mesmas plataformas de outrora. Dados revelam que 75% dos brasileiros têm na TV aberta sua principal fonte de informação sobre política (BAVA, 2010). Cada dia mais, a tevê atua corpo-a-corpo, inserindo-se no cotidiano, promovendo uma dança dos hábitos. A hipótese desta dissertação é a de que estamos sendo coreografados pelo nosso contato diário com a televisão, que também nos ensina o que é um artista e como a arte deveria ser. Usamos o conceito de coreografia social (HEWITT, 2005) para sustentar que os valores praticados em sociedade coreografam e alteram nossos hábitos corporais, dentro e fora da televisão. Esta hipótese fundamenta-se em dois eixos teóricos: no entendimento de que há uma co-dependência entre corpo e ambiente, conforme explica a Teoria Corpomídia (KATZ e GREINER, 2004), e de que as mediações aí implicadas vão na direção do que propõe BARBERO (1997). Na sociedade contemporânea, a profissão de artista perdeu a possibilidade de ter um estatuto social concreto (AGAMBEN, 1974/2012), tornando-se um adjetivo abstrato, que pode ser aplicado a qualquer um. O objeto da pesquisa é a grade de programação das TVs Globo, SBT e Record, e seu objetivo, o de investigar a coreografia social que elas promovem no que diz respeito ao entendimento do que é um artista. O segundo capítulo realiza um exercício poético que propõe uma forma de relacionamento entre arte e comunicação. Já o terceiro capítulo é um projeto piloto para Tv, uma possibilidade de elaboração e intervenção das questões da academia na sociedadepor
dc.description.abstractIn the era of mobile communication, television is adapting. Viewers watch TV in transit on portable devices. New technologies diversify communication, providing more free and democratic practices. However, the most influential opinion makers still focus on the same platforms of yore. Some datas shows that 75% of Brazilians have on open TV their main source of information about politics (BAVA, 2010). Increasingly, TV acts body-to-body, inserting itself in daily life, promoting a dance of habits. The hypothesis of this project is that we are being choreographed by our daily contact with television, which also teaches us what an artist is and how art should be. We use the concept of social choreography (HEWITT, 2005) to argue that the values prevailing in society and choreography alter our bodily habits, inside and out television. This hypothesis is based on two themes: the understanding that there is a co-dependency between body and environment, explained by the Corpomídia s Theory (KATZ and GREINER, 2004), and that the mediations involved there go towards BARBERO s proposal (1997). In contemporary society, the profession of an artist has lost the ability to have a concrete social status (AGAMBEN, 1974/2012), making it an abstract adjective that can be applied to anyone. The object of the research is the program schedule of TV Globo, SBT and Record, and his goal, to investigate the social choreography they promote regarding the understanding of what an artist is. The second chapter makes a poetic exercise that proposes a form of relationship between art and communication. The third chapter is a pilot project for TV, a possibility of intervention and development of academic s issues inside societyeng
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo-
dc.formatapplication/pdfpor
dc.thumbnail.urlhttp://tede2.pucsp.br/tede/retrieve/13265/Bruno%20Farias%20de%20Mello%20Freire.pdf.jpg*
dc.languageporpor
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de São Paulopor
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artespor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsPUC-SPpor
dc.publisher.programPrograma de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semióticapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectArtepor
dc.subjectCorpomídiapor
dc.subjectArte e tevêpor
dc.subjectTevê e sociedadepor
dc.subjectPoética e estéticapor
dc.subjectCoreografia socialpor
dc.subjectArt corpomídiaeng
dc.subjectArt and Tveng
dc.subjectTV and societyeng
dc.subjectPoetics and aestheticseng
dc.subjectSocial choreographyeng
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAOpor
dc.titleO que o artista faz com o que a televisão faz com a arte?por
dc.title.alternativeWhat the artist does with what the television does with art?eng
dc.typeDissertaçãopor
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