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https://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/29320Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Graglia, Juliana Guida Vieira | |
| dc.contributor.advisor1 | Junqueira, Maria Aparecida | |
| dc.date.accessioned | 2022-10-25T21:00:49Z | - |
| dc.date.available | 2022-10-25T21:00:49Z | - |
| dc.date.issued | 2014-03-11 | |
| dc.identifier.citation | Graglia, Juliana Guida Vieira. Samuel Rawet, a linguagem da solidão. 2014. Monografia de Especialização (Especialização em Literatura) - Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2014. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/29320 | - |
| dc.description.resumo | Samuel Rawet é autor de importante obra, notadamente no gênero conto e novela curta, nos quais introduziu novas formas e paradigmas. O presente trabalho busca aproximar-se dela, a partir da análise de três contos: “O Profeta” (1956) , “A Prece” (1956) e “Crônica de um Vagabundo” (1967). Retoma-se a obra desse autor sob a ótica da teoria da narração de Benjamin que mostra como ao narrador moderno se impõe uma exigência dupla e contraditória: a de narrar num tempo de revogação da palavra do narrador. Diante de tal contexto, pergunta-se: até que ponto contos de Samuel Rawet manifestam, em sua composição, essa exigência contraditória – narrar e silenciar ? Como o autor opera essa condição em suas narrativas? Essa discussão é norteada pela hipótese de que existe um caráter profundamente ético na obra de Rawet, pelo qual a imagem do judeu errante, do homem exilado – tanto da terra, quanto da língua – converte-se em um paradigma da modernidade. Para a reflexão sobre a impossibilidade de narrar, valemo-nos, também, de alguns dos relatos de Primo Levi (1988) e da análise do conto uma “Mensagem Imperial” de Kafka, a quem Benjamin (2008) considerou o narrador por excelência da modernidade. O que se nota é que Rawet, nesses contos, transforma a imagem do judeu errante, do homem exilado – tanto da terra, quanto da língua – em um paradigma de toda contemporaneidade: o homem ilhado em si mesmo. Sua narrativa é fragmentada, elíptica, constrói personagens “emudecidas” para as quais o diálogo com o outro está quase sempre interdito, do mesmo modo que a aproximação do leitor com o texto é difusa e precária | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Pontifícia Universidade Católica de São Paulo | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.initials | PUC-SP | pt_BR |
| dc.publisher.program | Especialização em Literatura | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Samuel Rawet | pt_BR |
| dc.subject | Pós-modernidade | pt_BR |
| dc.subject | Contos | pt_BR |
| dc.subject | Experiência | pt_BR |
| dc.subject | Silêncio | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA COMPARADA | pt_BR |
| dc.title | Samuel Rawet, a linguagem da solidão | pt_BR |
| dc.type | Monografia de Especialização | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Monografias Lato Sensu (em Processamento) | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| JULIANA GUIDA VIEIRA GRAGLIA.pdf | 346,91 kB | Adobe PDF | ![]() Visualizar/Abrir |
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